Uma empresa israelense chamada Argo Medical Technologies, especializada em tecnologia aplicada em medicina, desenvolveu um exoesqueleto que ajudará na locomoção de paraplégicos, auxiliando-os a caminhar, subir escadas, senta, descer terrenos íngremes e até mesmo dirigir.
O dispositivo leva o nome de ReWalk e foi desenvolvido pelo Dr. Amit Goffer, diretor da Argo e idealizador da pela. Tetraplégico depois de um acidente, ele investiu US$ 30 milhões no exosqueleto, que traz um leve suporte para os braços, integrado a uma armadura que conta com motores de corrente contínua, baterias recarregáveis, uma série de sensores e um sistema de controles que comunicam com um computador.
A justiça italiana autorizou que se deixe de alimentar através de máquinas uma mulher que está em coma há mais de 16 anos. O Vaticano imediatamente contestou a decisão dizendo que se trata um ato de eutanásia.
Um tribunal de apelo de Milão atendeu ao pedido do pai de Eluana Englaro para interromper a “hidratação e alimentação forçadas” que mantém a filha viva desde 18 de Janeiro de 1992, quando um acidente de trânsito a deixou em coma irreversível.
Desde 1999 que o pai reclamava o direito de suspender o tratamento. Agora o tribunal de apelo considerou como provado o “estado vegetativo permanente e irreversível” e que mulher, se pudesse exprimir-se, “teria preferido morrer do que permanecer viva de uma forma artificial”.
O pai, Beppino Englaro, disse hoje que venceu o Estado de Direito.
O Vaticano considera que a sentença justifica de fato um ato de eutanásia. A decisão do tribunal de Milão deveria ser revista por um órgão superior, diz Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifical para a Vida.
O caso de Eluana Englaro, nascida em 1972, lembra o caso de Piergiorgio Welby, um italiano que sofria de degeneração muscular e que reclamava o direito de morrer. Um médico acabou por o desligar da máquina em Dezembro de 2006, e a Igreja recusou fazer um funeral religioso.
O caso, que causou imensa emoção em Itália, serviu igualmente para chamar a atenção para os casos jurídicos sobre eutanásia no país. O que levou em 2007 um juiz a recusar desligar da máquina um doente com a mesma doença de Piergiorgio Welby.
Vacinar seu filho é mais do sua responsabilidade é um gesto de amor. As vacinas protegem contra doenças que nem sempre tem cura, além disso é um método mais barato do que os medicamentos que serão usados no caso das doenças. Outro aspecto importante as vacinas contribuem para que os microorganismos não fiquem resistentes aos antibióticos.
Como funciona?
A vacina é feita com os microorganismos causadores da própria doença, mas enfraquecidos, o que impossibilita o ataque, mas faz com que o organismo produza anticorpos para combater aquele problema.
Quando tomar?
A Sociedade Brasileira de Pediatria (2007) recomenda algumas vacinas, a maioria gratuitas, podem ser tomadas no posto de saúde.
A Amazônia e outras florestas brasileiras estão ameaçadas por um projeto de lei que, se aprovado, autorizará a derrubada de até 50% da vegetação nativa.
Como tudo começou
Passou no Senado e tramita agora na Câmara dos Deputados um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para as florestas brasileiras e, em especial, a floresta amazônica. Originalmente de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), e modificado pela comissão de agricultura do congresso, o PL 6424/2005, autoriza a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas na Amazônia. De quebra, legaliza praticamente todos os desmatamentos que, nos últimos 40 anos, derrubaram cerca de 700 mil quilômetros quadrados da área original de floresta - o equivalente a quase três estados de São Paulo.
Quem apóia o projeto e o que pode acontecer
Os ruralistas defendem sua proposta alegando que o projeto incentivará a adesão dos fazendeiros à legislação ambiental e garantirá a sobrevivência de metade da biodiversidade amazônica. A primeira promessa, levando-se em conta o passado da atividade rural no Brasil, é uma dúvida. A segunda é ilusão. Na Amazônia, 50% é igual a zero.
Com base nas taxas anuais de destruição de floresta, estima-se que, em duas décadas, 31% dela estarão derrubados, outros 24% degradados e a Amazônia prevista para virar uma savana até o final desse século. O projeto de lei é um sinal verde para as motosserras acelerarem esse processo. Junto com a Amazônia, desaparece também a riquíssima biodiversidade da floresta (ainda não totalmente conhecida pela ciência) e as culturas locais, além de impacto em vários povos indígenas e populações tradicionais.
Por que defender a Amazônia?
A floresta amazônica é um recurso natural estratégico para o combate ao aquecimento global. Destruir a Amazônia pode reduzir a produtividade agrícola brasileira, provocando um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro.
Você pode ajudar
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição, agravando uma situação que já coloca o Brasil na incômoda posição de quarto maior poluidor do clima do planeta. Exija um ponto final no desmatamento em todas as florestas tropicais brasileiras, em especial a Amazônia. Acesse o site www.meiaamazonianao.org.br e diga aos deputados e senadores que 50% é igual a zero e você quer uma Amazônia por inteiro. Divulgue no seu blog, comunidade e em todos os canais que possam fazer com que esse movimento ganhe cobertura nacional.
A Amazônia é a uma das principais riquezas do planeta e você pode ajudar a protegê-la!
Colabore você também, contamos com você na divulgação da campanha Meia Amazônia Não. (www.meiaamazonianao.com.br)
Em um pequeno estudo, cientistas analisaram 30 homens com câncer de próstata de baixo risco que decidiram estilos de tratamento alternativo ao invés dos tratamentos convencionais como cirurgia, radioterapia ou tratamento com hormônios. Durante três meses passaram por mudanças drásticas nos seus estilos de vida. Passaram para uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais, legumes e produtos de soja, exercícios moderados como caminhadas de meia-hora. Além disso, uma hora diária fazendo estudos de métodos para controle do stress, como meditação.
Como esperado, eles perderam peso, baixaram a pressão sanguínia e viram outras melhorias de saúde. O que os pesquisadores não imaginavam era uma profunda mudança quando eles compararam biopsias feitas antes e depois das mudança no estilo de vida.
A “sabeodoria” popular diz que se cortarmos o bigode do gato ele se perde e não consegue voltar para casa. O biólogo Guilherme Domenichelli, do Zoológico de São Paulo, provou o contrário. A perda dos bigodes do bichano afetam na verdade a sua habilidade de caçar ou fugir de predadores.
O gênero Cordyceps é um gênero formado por fungos parasitas, a grande maioria ataca insetos. Curiosamente uma das espécies parasita raízes de plantas, e o que dá uma pista de como ele pode ter saltado de um reino para outro é o fato de que espécies próximas parasitam cigarras, cujas ninfas sugam a seiva de raízes no solo.